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Roda D'Agua

Cada flor que compõe os arranjos das festas decoradas pela Roda D’Água foi plantada, tratada e colhida pela própria empresa. Isso só é possível graças a um trabalho que começou há décadas, quando, logo após o término da segunda guerra mundial, o casal húngaro Elizabeth e Ferenc Ullmann desembarcou no Brasil, trazendo na bagagem conhecimento e anseio de empreender.

A convite do Governo Mineiro, por volta de 1950, o casal, que estava no Rio de Janeiro, veio trabalhar em Minas Gerais, onde criou suas raízes. Pouco mais tarde, eles já tinham sua fazenda de cultivo de flores. Atualmente, na terceira geração do comando da empresa, Olguinha Lambertucci conta que a fazenda Roda D’água, situada em Juatuba, na região metropolitana de Belo Horizonte, cultiva dezenas de tipos de flores. O grupo tem outras atuações, como a produção de água mineral de marca própria, produção de cevada processada e usina de compostagem orgânica.

Olguinha Lambertucci foi responsável por ampliar a atuação da Roda D’Água também para o ramo de decorações. Formada em arquitetura e pós-graduada em paisagismo, a empresária desenvolve a mais de 25 anos um trabalho brilhante na área.

Segundo ela, para todo evento produzido, a equipe trabalha focada em um conceito. As pesquisas e um projeto bem elaborado são essenciais. “Temos todo o cuidado de apresentar uma planta em 3 D para que o cliente visualize perfeitamente como será o evento. Deve haver uma harmonia entre o lugar da festa, a disposição do mobiliário, a música e iluminação, os manobristas e garçons, enfim, tudo deve fluir bem para que a festa seja um sucesso”, diz. “Superar as expectativas do cliente e fazer com que todos os convidados se sintam vips é o objetivo da Roda D’Água”, completa Olguinha.

Os arranjos de flores são montados por seus funcionários que, de tempos em tempos, vão a outros estados fazer cursos de reciclarem para se aperfeiçoarem.
Um grande diferencial da empresa é trabalhar os eventos pensando nos pontos de vista social e ambiental. Ainda este ano, a Roda D’água irá iniciar um projeto inovador no setor que atua. “Iremos calcular a quantidade de gás carbônico emitida na festa produzida e, com base nos dados, plantaremos mudas na Reserva Particular do Patrimônio Natural da fazenda Roda D´Água, em Juatuba, para compensar a emissão de CO2. Mandaremos para o cliente, via GPS, o local exato do plantio. Se ele quiser, poderá visitar as mudas que foram plantadas em função de seu evento”, explica Olguinha.

Sobre o Domus XX, a empresária diz que é uma casa de eventos completa. “O Domus foi projetado para ser um salão de festa. Isso foi a grande sacada dos empreendedores. Temos livre acesso para carga e descarga, boa acústica, facilidade para fazer um projeto bacana de iluminação devido à estrutura de cabeamentos, enfim, tudo nos é favorável”, diz. Para ela, o Club do Chef é um grande diferencial. “Além de serem excelentes e conceituados profissionais, são flexíveis, aceitam sugestões, nos dão a oportunidade de criar”, relata. Ela também lembra a beleza da mata iluminada e a praticidade do teto retrátil. “É um privilégio para as pessoas fazerem um evento com uma mata linda ao lado. O trabalho de preservação e a plantação de orquídeas a valorizou ainda mais. Já o teto móvel permite, inclusive, uma economia, não há necessidade de alugar tendas, no caso de risco de chuvas”, diz.



 

 

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